Devocional Diário: Os céus declaram

Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? —Salmo 8:4

Há uma Palavra de Deus que todos leem – a glória da criação. Não existe
língua ou idioma incapaz de compreender o poder majestoso que criou tudo
que vemos e conhecemos.

Dia após dia, o sol passa silenciosamente pelo céu em testemunho a um
ser inigualável. Noite após noite, as estrelas marcam a rota da humanidade.
O poder da lua sobre a terra ainda não foi de todo desvendado.

Olhamos para o céu, tentando entender qual será o tempo. Será que nos
sentimos potentes ao prever uma chuva, ou nos sentimos insignificantes
porque somos incapazes de fazer chover? Às vezes, quando estamos com
o ego inflado, faz bem pararmos e contemplarmos as obras de Deus. “Que
coisas Deus tem realizado” (Números 23:23).

A ciência nos conta algumas dimensões da obra de Deus.

A terra orbita o sol a uma velocidade de quase trinta quilômetros por
segundo. Todo dia deslocamos mais de dois milhões e meio de quilômetros
nesta órbita em volta do sol.

O volume do sol é em torno de um milhão de vezes maior do que da terra.

A largura do sol é por volta de cento e nove vezes maior do que a da terra.

Os ventos solares contribuem para a formação das auroras boreais e, às
vezes, Deus utiliza os seus campos magnéticos para atrapalhar a tecnologia
dos homens, chegando a atrapalhar comunicações de rádio.

Não existe nenhum outro lugar no universo capaz de sustentar a vida.
O resto do sistema solar é quente ou frio demais. Aos cento e cinquenta
milhões de quilômetros do sol, a terra é perfeita.

Quando Deus falava de uma conta grande demais para expressar com
números, ele dizia: “como as estrelas do céu” (Hebreus 11:12). Até hoje
os homens não conseguiram contar as estrelas.
“Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou”
(Salmo 115:3).

Raymond Fox – Shiloh, Ohio, EUA